sexta-feira, 26 de março de 2010

Monstros, monstrinhos!

Este como pregadeira!

Este como protector dos sonhos maus!

A B. adora o dela ou melhor, a dela sim é uma ela!



quarta-feira, 17 de março de 2010

Florence + the machine

Eu e a Little sister ontem na Aula Magna "Florence and the Machine", foi DEMAIS!!!!
E como foi descrito no site da revista Blitz, Florence pediu ao pessoal das bancadas para saltarem lá para baixo para perto do palco e foi uma avalanche de gente e eu FIZ PARTE DA AVALANCHE foi brutal saltámos as duas que nem umas malucas, para mal do pessoal que estava lá á frente e pagou mais pelo bilhete Eh! Só se via os seguranças a deitarem as mãos á cabeça e a correrem que nem umas baratas tontas! Uma noite memorável!!
Grande voz! Solta e de uma grande espontaniedade, muito expressiva a Florence! Gostei muito!

terça-feira, 16 de março de 2010

Não podia perder!

A minha história preferida desde muito pequena, tive vários livros, e agora não podia perder o regresso da Alice ao seu mundinho, e claro não podia perder Johnny Deep, e claro não podia perder a versão de Tim Burton da minha história preferida de SEMPRE!
ADOREI!!!!!!!!
Beijinhos até breve!

quarta-feira, 10 de março de 2010

O estranho caso de Benjamin Button

Esta semana tive a oportunidade de ver o filme "O estranho caso de Benjamin Button", já andava a adiá-lo há muito mas esta semana teve que ser, não me seduziu, não me "tocou" confesso, foi... um estranho caso! Eu que sou uma Maria Madalena com os filmes, com este senti... vazio... silêncio... E é claro pus-me a divagar e a pensar na "real life" e BUM! Lembrei-me da Demi Moore, ela não é um estranho caso? Ou ficamos tão hipnotizadas, repito HIPNOTIZADAS com a sua cara metade que nem damos pelas rugas da "Giaja"? É que realmente ao olhar para a foto não a vejo, onde estás Demi, não consigo vê-la, não consigo! Hi!
E por hoje é só!
Beijinhos até breve!

sexta-feira, 5 de março de 2010

O que não nos mata torna-nos mais fortes!

Acabadinha de sair de (mais uma vez) uma experiência surreal, estive internada com cólica renal, sim o meu rim querido (o direito) teima em criar calhaus e depois para os ditos saírem, bem é um sarilho! A dores são tantas que nessa hora acredito em tudo e vou a pé a Fátima se for preciso, e chamo por todos os santinhos, isto nos intervalos dos gregues (vómitos). Entre um cá e lá de centro de saúde, casa, hospital, casa, hospital lá aparece uma alma caridosa nas urgências (Urologista) que me interna, e aí meus amigos, quando chega esse momento é o céu por incrível que pareça, eu chamar céu ao hospital, mas a intensidade de dor é tanta que as drogas que me chutam para a veia e que me dão a tomar desde as 6 da matina, é o céu sim sr. E depois é esperar que a filha da mãe da pedra (calhau) saia por si, e isto implica dizer que ao se dirigir para a saída, e leiam isto por que é potente e sádico, vai-me rasgando toda por dentro, agora que a dita já viu a luz ao fundo do túnel e eu despejei o autoclismo estou em casa a recuperar da "tareia" e "pedradas" que "levei", tou toda partidinha dói-me músculos que eu não sabia que existiam... Enfim sem forças para mais!
Beijinhos até breve!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Ilha da Madeira

Passei a minha lua-de-mel na ilha da Madeira (em Outubro de 2001), foi uma viagem inesquecivel, naquele pedacinho de terra apanhávamos as 4 estações num só dia, num sítio chovia imenso no outro lado da ilha fazia um calor que nos lançávamos para as piscinas de água salgada sem olhar para trás. Na altura gastámos rolos e rolos de fotos (não tinha digital) é uma ilha dotada de paisagens, vegetação, ambiência e um mar, que mar de um azul turquesa! Adorei! Viajávamos o dia inteiro, no corpo o bikini, manga curta e sweat consoante o tempo, no carro que alugámos a máquina fotográfica que pesava uma tonelada (e ainda pesa porque ainda a uso, pouco mas uso) e um bolo de mel que eu fazia questão de ter sempre por perto são DELICIOSOS aqueles que vendem cá no Continente nos hipermercados não sabem ao mesmo, e um mapa eu a copiloto e o meu marido o condutor. Tenho a mania que a cada lado que vou trago um pedacinho no meu coração e da Madeira trouxe um pedação!
Fiquei arrepiada com as imagens que vi este fim-de-semana, sinto muito...


terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Dois!

Ter dois livros de "mesinha de cabeceira" (mesinha de cabeceira entre aspas porque não leio na cama, leio no sofá com um aquecedor apontado só para mim num sofá só para mim toda enrolada numa manta só para mim, isto dito assim soa a puro egoísmo, mas as minhas leituras são sempre interrompidas com os chamamentos da B. a toda a hora, com o estudo da leitura e dos ditados, com os moshes constantes dos dois, acabo por ler o mesmo parágrafo imensas vezes! Chego á conclusão que o divertimento deles é portanto interromper-me, os brinquedos e a Sport tv é só para disfarçar!).
"Um fogo eterno" um livro que me despertou a atenção (não sei porquê), adoro ir a uma livraria e deixar que o livro me escolha em vez de ser eu a escolhê-lo, desta vez dei a dica á minha irmã para presente de Natal, Obrigado little sister! Trata-se do reencontro de três amigas que cresceram no Quénia e lá voltaram, e eu tou a adorar as descrições de um calor abrasador visto andar com as extremidades dormentes de frio, se eu fosse gajo não sei como estariam os meus tintins!
Gosto de livros juvenis, (acho que já deu para perceber) leitura leve e que não é necessário estar em silêncio absoluto para conseguir absorver a história toda, o que seria impossível lá em casa. Neste momento "Ghostgirl" uma história de uma miúda que passa o verão a preparar-se para o novo ano lectivo, este ano ela tem a missão de vir a ser "popular" e conquistar o "popular" lá da escola, mas, no primeiro dia de aulas engasga-se com um urso de goma e morre, tadita! Eu estou a gostar desta história um pouco negra q.b. pois é destinado a jovens, e claro está que a B. nunca mais vai comer gomas e não vai saber o porquê! Eh Eh! Este livro também chamou por mim numa estação de serviço a caminho do trabalho, e como o contador de histórias de "mil e uma noites" diz e diz muito bem que o inicio da história é o mais importante para cativar o público o que convertendo em livro trata-se da primeira página (isto digo eu)!
Beijinhos até breve!